As árvores em conjunto formam a floresta.
A floresta é muito importante para o ambiente e os seres vivos.
São as árvores que nos oferecem oxigénio para nós vivermos.
Eu gosto muito de passear na floresta e fazer piqueniques.
Mas depois ponho tudo num saco para a floresta não ficar poluída.
Ana Margarida, 3.º ano
sexta-feira, 29 de maio de 2009
quarta-feira, 27 de maio de 2009
Se eu fosse um lápis
Era uma vez um lápis chamado Ana Rita e o meu dono chama-se André.
E ele fazia os trabalhos comigo.
E eu um dia estava a fazer os trabalhos e o meu bico partiu-se.
E partiu-se tantas vezes que eu fiquei muito pequeno...
E a mãe do André comprou uma caixa de lápis nova, mas o André continou a
usar-me.
Mas para não me gastar só me usa de vez em quando.
História inventada pela Rita, 2.º ano.
E ele fazia os trabalhos comigo.
E eu um dia estava a fazer os trabalhos e o meu bico partiu-se.
E partiu-se tantas vezes que eu fiquei muito pequeno...
E a mãe do André comprou uma caixa de lápis nova, mas o André continou a
usar-me.
Mas para não me gastar só me usa de vez em quando.
História inventada pela Rita, 2.º ano.
terça-feira, 26 de maio de 2009
OS SONS DA VIDA
Miau, miau, miau, miau, faz o gato
quando está no mato,
como um pato
quando está chato.
Uh, uh, uh, uh
faz o cão a uivar.
Uh, uh, uh, quando está apaixonado,
animal tão mal amado.
Prum, prum, faz o trovão ,
no firmamento a ecoar.
E faz gordinhas as nuvens
mais as terras de melão.
Plop, plop, saltando
canta o milho pipoca na panela.
Piu, piu, piu, piu faz, chamando
pelo seu filhito, a arvéola.
Tch, tch, a voz da água
a cantar como quem fala.
Fresquinha, sai do monte com mágoa,
a saltitar na vala.
Pó, pó, pó, o automóvel,
que perdeu a telha.
Z, z, z, o zumbido
que emite ao passar a abelha.
Uh, uh, prum, prum
Pó pó, pó, pó, cada dia
−A vida a girar constante
suas rodas de alegria.
Texto baseado na poesia
Os sons da vida , de Maria Alzira Machado.
4º ano.
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Há castores em Portugal?

Hoje, num dos textos que estudámos, ouvimos falar de castores. Procurámos saber se havia castores em Portugal, mas não conseguimos encontrar. Decobrimos que há ursos, estiveram desaparecidos mas parece estarem de volta, na serra do Gerês, também soubemos que havia esquilos, ginetes e outros qnimais que desconhecíamos. Sobre castores não soubemos nada. Se alguém souber, que nos diga alguma coisa.
1ºAno
sexta-feira, 15 de maio de 2009
O vento
Um moinho lento
não tinha vento
e o moleiro dizia:
se eu invento o vento
o meu moinho lento
ganha movimento.
Maria Alberta Menéres
(copiado pelo André)
não tinha vento
e o moleiro dizia:
se eu invento o vento
o meu moinho lento
ganha movimento.
Maria Alberta Menéres
(copiado pelo André)
segunda-feira, 11 de maio de 2009
Princesa Santa Joana
Era uma vez um rei chamado Afonso V e uma rainha chamada Isabel.
Um dia tiveram uma filha a quem deram o nome de Joana. Quando cresceu a Joana era uma princesa muito linda e tinha muitos príncipes que queriam casar com ela.
Mas ela não queria casar.
Ela queria ser freira.
O rei é que não ficou nada satisfeito, mas acabou por deixá-la ir para o convento.
O convento chamava-se Convento de Jesus e ficava em Aveiro.
No convento a vida dela era rezar, mas como gostava muito de flores, também tratava dos jardins.
A princesa Joana morreu de peste no dia 12 de Maio de 1490, com 36 anos.
No dia do seu funeral as flores dos jardins murcharam e as folhas das árvores caíram de tristeza.
Um dia tiveram uma filha a quem deram o nome de Joana. Quando cresceu a Joana era uma princesa muito linda e tinha muitos príncipes que queriam casar com ela.
Mas ela não queria casar.
Ela queria ser freira.
O rei é que não ficou nada satisfeito, mas acabou por deixá-la ir para o convento.
O convento chamava-se Convento de Jesus e ficava em Aveiro.
No convento a vida dela era rezar, mas como gostava muito de flores, também tratava dos jardins.
A princesa Joana morreu de peste no dia 12 de Maio de 1490, com 36 anos.
No dia do seu funeral as flores dos jardins murcharam e as folhas das árvores caíram de tristeza.
quarta-feira, 6 de maio de 2009
A cigarra
Hoje aprendemos a ler o ce e o ci por isso, a professora contou a história da Cigarra e da Formiga. Ficámos curiosos e fomos aprender coisas sobre a cigarra porque não conhecíamos este insecto.
Descobrimos que:
Há cigarras macho e cigarras fêmea. Só os machos cantam quando querem atrair as fêmeas para namorar. Quando as fêmeas põe ovos, morrem logo a seguir. Dos ovos, as cigarras bebé eclodem, ainda pequeninas, sem a mãe para as proteger. Estas cigarras têm aspecto diferente das adultas e vão viver na terra durante anos. Alimentam-se da seiva que corre dentro das plantas e podem-nas fazer secar. Quando ficam adultas, mudam de aspecto para acasalar e tudo começa de novo.
Podem chegar a medir 7 centímetros.
Descobrimos que:
Há cigarras macho e cigarras fêmea. Só os machos cantam quando querem atrair as fêmeas para namorar. Quando as fêmeas põe ovos, morrem logo a seguir. Dos ovos, as cigarras bebé eclodem, ainda pequeninas, sem a mãe para as proteger. Estas cigarras têm aspecto diferente das adultas e vão viver na terra durante anos. Alimentam-se da seiva que corre dentro das plantas e podem-nas fazer secar. Quando ficam adultas, mudam de aspecto para acasalar e tudo começa de novo.
Podem chegar a medir 7 centímetros.

A cigarra adulta
A cigarra pequenina.
Pesquisa feita pelo 1º ano
segunda-feira, 4 de maio de 2009
A cobra cobrinha
A cobra cobrinha
sempre a rastejar,
resolveu esconder-se
num sitio diferente,
Quem vai descobrir
onde é que ela está?
A cobra cobrinha,
muito bem escondida,
diz que não está cá...
poema de-Maria Alberta Menéres
lido à turma e copiado por Luís
sempre a rastejar,
resolveu esconder-se
num sitio diferente,
Quem vai descobrir
onde é que ela está?
A cobra cobrinha,
muito bem escondida,
diz que não está cá...
poema de-Maria Alberta Menéres
lido à turma e copiado por Luís
quinta-feira, 30 de abril de 2009
DIA DA MÃE
segunda-feira, 27 de abril de 2009
O que é a liberdade para nós

A liberdade para mim é fixe porque eu gosto de cravos.
Filipa
A liberdade para mim é a paz.
Cristina
A Liberdade para mim é cantar.
Carolina
A liberdade são os meninos a andar ao ar a brincar e a divertirem-se imenso.
André
A liberdade é a melhor coisa do mundo inteiro.
Luís
A liberdade para mim é ser feliz.
Tatiana
A liberdade para mim é estar solta.
Margarida
A liberdade para mim é muito fixe.
Catarina
A liberdade para mim é brincar ao ar.
Paula
A liberdade é boa. E eu adoro a liberdade.
Eu quero sempre liberdade.
Gabriela
A liberdade é brincar ao ar livre.
Rita
A liberdade para mim é brincar com o meu irmão.
Ruben
Eu gosto da liberdade.
Sérgio
Filipa
A liberdade para mim é a paz.
Cristina
A Liberdade para mim é cantar.
Carolina
A liberdade são os meninos a andar ao ar a brincar e a divertirem-se imenso.
André
A liberdade é a melhor coisa do mundo inteiro.
Luís
A liberdade para mim é ser feliz.
Tatiana
A liberdade para mim é estar solta.
Margarida
A liberdade para mim é muito fixe.
Catarina
A liberdade para mim é brincar ao ar.
Paula
A liberdade é boa. E eu adoro a liberdade.
Eu quero sempre liberdade.
Gabriela
A liberdade é brincar ao ar livre.
Rita
A liberdade para mim é brincar com o meu irmão.
Ruben
Eu gosto da liberdade.
Sérgio
quarta-feira, 22 de abril de 2009
O computador
A menina Leonor
Só quer o computador.
O boneco e a boneca
Eram uma grande seca!
Deitou fora a bicicleta,
Cansa muito ser atleta.
Não sai para qualquer lado,
Nem para comprar gelado.
Anda da mesa para a cama,
Só se veste de pijama.
Vê-se ao espelho de manhã
A olhar para o ecrã.
Já se esqueceu de falar
Só sabe comunicar
Com os dedos no teclado.
Tem agora um namorado
A menina Leonor
Chamado computador.
É fiel, inteligente
Não refila,nunca mente.
E quando se fartar,
Pimba, basta desligar.
Luísa Ducla Soares,
copiado pelo Luís
Agora alguns conselhos dos Pirilampos:
Não estejam sempre no computador.
Também é preciso andar ao ar livre, correr, saltar, andar de bicicleta, etc.
Também é preciso conversar com os colegas, com pais, irmãos e avós.
O computador não é o mais importante!
segunda-feira, 20 de abril de 2009
Adivinha
Qual é a coisa qual é ela
que quando está de pé
está deitada
e quando está deitada
está de pé?
que quando está de pé
está deitada
e quando está deitada
está de pé?
sexta-feira, 17 de abril de 2009
Visita de estudo
A FEIRA DE MARÇO
No ano 1434, o rei D. Duarte criou uma feira franca, em Aveiro. E o que é uma feira franca? É uma feira onde não se pagavam impostos para lá vender os produtos. Estas feiras eram criadas para atrair pessoas aos lugares onde se realizavam e também para desenvolver o comercio. Esta feira realizava-se em Maio. Mais tarde, no reinado de D. Manuel, em 1497, essa feira passou a realizar-se em Março, ficando a ser conhecida como Feira de Março
A feira de Março nem sempre se fez no mesmo lugar. Começou na zona da beira mar aveirense, inicialmente junto ao Canal Central, depois passou a ser feita no largo do Rossio, a seguir passou para o Parque Municipal de Feiras e Exposições, em 2002 passou para o novo Parque de Feiras, em Vilar.
Quando nasceu, como feira franca, vendia-se de tudo o que era comum nesse tempo, produtos e alfaias agrícola e faziam-se trocas comerciais.. Em meados do século XX passa a ter divertimentos e vender outros produtos
Este ano, a feira começou em 25 de Março e acabará a 26 de Abril. Às vezes tem concertos. Se lá formos podemos divertirmo-nos nos carros de choque, no Dragão, na Casa Assombrada, na Risoterapia, no Canguru, na Casa de Gelo e em muitos outros sítios. Também podemos comer farturas, cachorros, hambúrgueres, bifanas e até comida de qualidade, nos restaurantes que lá estão montados. Quando acabarmos de usar os divertimentos e de comer, podemos comprar produtos de artesanato portugueses e estrangeiros, queijos, enchidos, presuntos, móveis, escadas, banheiras, gomas, carros, algodão doce, tractores, iates, caravanas, pipocas…
Enfim, montes de produtos e de divertimentos.
A feira de Março nem sempre se fez no mesmo lugar. Começou na zona da beira mar aveirense, inicialmente junto ao Canal Central, depois passou a ser feita no largo do Rossio, a seguir passou para o Parque Municipal de Feiras e Exposições, em 2002 passou para o novo Parque de Feiras, em Vilar.
Quando nasceu, como feira franca, vendia-se de tudo o que era comum nesse tempo, produtos e alfaias agrícola e faziam-se trocas comerciais.. Em meados do século XX passa a ter divertimentos e vender outros produtos
Este ano, a feira começou em 25 de Março e acabará a 26 de Abril. Às vezes tem concertos. Se lá formos podemos divertirmo-nos nos carros de choque, no Dragão, na Casa Assombrada, na Risoterapia, no Canguru, na Casa de Gelo e em muitos outros sítios. Também podemos comer farturas, cachorros, hambúrgueres, bifanas e até comida de qualidade, nos restaurantes que lá estão montados. Quando acabarmos de usar os divertimentos e de comer, podemos comprar produtos de artesanato portugueses e estrangeiros, queijos, enchidos, presuntos, móveis, escadas, banheiras, gomas, carros, algodão doce, tractores, iates, caravanas, pipocas…
Enfim, montes de produtos e de divertimentos.
4º ANO
quarta-feira, 25 de março de 2009
Os nossos prémios
quinta-feira, 19 de março de 2009
DIA DO PAI
terça-feira, 17 de março de 2009
A história de uma sementinha
Era uma vez uma sementinha chamada Bibi que gostava muito de saltar e brincar.
A casa dela era numa laranja.
Certo dia a Bibi caiu porque o João comeu a laranja onde ela morava.
Quando ela caiu um pássaro viu que uma coisa estava a cair e segurou-a e a Bibi disse:
- Obrigada.
O pássaro queria responder.
Poisou-a num ramo e o pássro respondeu:
- De nada.
Depois a Bibi caiu da árvore e foi parar a um quintal e veio a chuva e a sementinha enterrou-se.
Depois passados muitos dias a laranjeira tinha crescido e dava muitas deliciosas laranjas.
Autora: Filipa, 3.º ano
A casa dela era numa laranja.
Certo dia a Bibi caiu porque o João comeu a laranja onde ela morava.
Quando ela caiu um pássaro viu que uma coisa estava a cair e segurou-a e a Bibi disse:
- Obrigada.
O pássaro queria responder.
Poisou-a num ramo e o pássro respondeu:
- De nada.
Depois a Bibi caiu da árvore e foi parar a um quintal e veio a chuva e a sementinha enterrou-se.
Depois passados muitos dias a laranjeira tinha crescido e dava muitas deliciosas laranjas.
Autora: Filipa, 3.º ano
quarta-feira, 11 de março de 2009
OPERAÇÃO ÓPERA
Hoje, nós, alunos do primeiro e quarto anos fomos assistir a um pequeno espectáculo de ópera, realizado pela Orquestra Filarmonia das Beiras, no Centro Cultural de Congressos de Aveiro.
Entrámos para dentro do Centro Cultural, onde se ia realizar o espectáculo, e vimos o palco só com cadeiras, alguns instrumentos e as pautas. Daí a pouco, apareceu o apresentador que nos apresentou o nome dos instrumentos que íamos ouvir. De seguida, começou o espectáculo. Ficámos surpreendidos porque íamos ouvir ópera. O Cris pensava que a ópera era uma seca, mas depois de ouvir o cantor Tiago a cantar tão bem, com aquela voz forte e afinada, músicas próprias para nós, passou a gostar. O cantor até tinha uma roupa do sec.XVII, com
o a da figura ao lado, mas castanha. Cantava e representava, fazia de conta que era um Maestro di Capella, uma pessoa que ensaiava as orquestras antigamente.O cantor chamava-se Tiago Paulo e o maestro era o senhor António Lourenço.
No fim, a pedido do público, tocaram e cantaram uma música de Mozart, desta vez cantada em Italiano. As outras músicas foram cantadas em português.
Tivemos uma aula de Educação Musical muito agradável e diferente.
Vestuário do séc.XVIII
Trabalho dos alunos do 4º ano (aperfeiçoado)
quinta-feira, 5 de março de 2009
Imagina que viajas em cima de uma nuvem...
Eu já imaginei que estava a voar numa nuvem com a minha mãe, o meu pai e o meu irmão.
Nós estávamos a passear na nuvem e nós estávamos sempre a cair porque a nuvem estava a voar muito depressa.
E eu vi uma cidade, vi a minha escola, vi muitas casas e prédios e vi pessoas andarem. E depois olhei para cima e vi o céu e o sol.
Vitória, vitória, acabou a história.
Ana Rita
Eu se estivesse em cima de uma nuvem eu gostava de passear por muitos sítios, passear por cima do mar e do rio e de muitos mais sítios. Eu de lá de cima via a minha escola e a minha casa.
Paula
Nós estávamos a passear na nuvem e nós estávamos sempre a cair porque a nuvem estava a voar muito depressa.
E eu vi uma cidade, vi a minha escola, vi muitas casas e prédios e vi pessoas andarem. E depois olhei para cima e vi o céu e o sol.
Vitória, vitória, acabou a história.
Ana Rita
Eu se estivesse em cima de uma nuvem eu gostava de passear por muitos sítios, passear por cima do mar e do rio e de muitos mais sítios. Eu de lá de cima via a minha escola e a minha casa.
Paula
terça-feira, 3 de março de 2009
As verdades e as mentiras
As nossas mentiras são a 5, a 6 e a 7!
Ninguém acertou nas três!
1 - É verdade que há ratos na nossa escola, que às vezes até aparecem na sala de aula!
2 -É verdade que na escola há um quadro interactivo, na nossa sala. Agora está avariado, outra vez.
3 e 4 - Na nossa escola não há biblioteca, mas há dois armários com livros. E temos só 2 salas de aula e 2 turmas (a nossa, do 2.º e 3.º ano e a da professora Lucinda com 1.º e 4.º ano)
8 - É verdade que há carneiros e carneiros bebés no quintal que nós vemos da janela da nossa sala.
9 - É verdade que na nossa escola há cinco casas de banho.
Obrigado a todos por terem participado!
Ninguém acertou nas três!
1 - É verdade que há ratos na nossa escola, que às vezes até aparecem na sala de aula!
2 -É verdade que na escola há um quadro interactivo, na nossa sala. Agora está avariado, outra vez.
3 e 4 - Na nossa escola não há biblioteca, mas há dois armários com livros. E temos só 2 salas de aula e 2 turmas (a nossa, do 2.º e 3.º ano e a da professora Lucinda com 1.º e 4.º ano)
8 - É verdade que há carneiros e carneiros bebés no quintal que nós vemos da janela da nossa sala.
9 - É verdade que na nossa escola há cinco casas de banho.
Obrigado a todos por terem participado!
segunda-feira, 2 de março de 2009
REESCRITA DE TEXTO
A nossa versão do poema FAZ DE CONTA de Eugénio de Andrade.
─ Faz de conta que sou a relva.
─ Eu serei a a água que te rega.
─ Faz de conta que sou Espanha
─ Eu serei Portugal aconchegado em ti.
─ Faz de conta que sou um quadro.
─ Eu serei giz .
─ Faz de conta que sou um livro
─ Eu serei a tua folha.
─ Faz de conta que sou azul
─ Eu serei o céu.
─ Faz de conta que sou um rio.
─ Eu serei teu afluente.
─ Faz de conta que sou a praia.
─ Faz de conta que sou um camaleão.
─ Eu serei o arco íris.
─ Faz de conta que sou papel.
─ Eu serei lápis.
─ Faz de conta que sou uma caixa
─ Eu serei o teu bombom.
─ Faz de conta que sou um pirilampo.
─ Eu serei a tua luz.
─ Faz de conta que sou mulher.
─ Eu serei o teu homem.
gato miando e miando
vezes sem conta à tua volta.
_ Faz de conta, faz de conta.
─ Faz de conta que sou a relva.
─ Eu serei a a água que te rega.
─ Faz de conta que sou Espanha
─ Eu serei Portugal aconchegado em ti.
─ Faz de conta que sou um quadro.
─ Eu serei giz .
─ Faz de conta que sou um livro
─ Eu serei a tua folha.
─ Faz de conta que sou azul
─ Eu serei o céu.
─ Faz de conta que sou um rio.
─ Eu serei teu afluente.
─ Faz de conta que sou a praia.
─ Faz de conta que sou um camaleão.
─ Eu serei o arco íris.
─ Faz de conta que sou papel.
─ Eu serei lápis.
─ Faz de conta que sou uma caixa
─ Eu serei o teu bombom.
─ Faz de conta que sou um pirilampo.
─ Eu serei a tua luz.
─ Faz de conta que sou mulher.
─ Eu serei o teu homem.
gato miando e miando
vezes sem conta à tua volta.
_ Faz de conta, faz de conta.
4º Ano
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
Fomos desafiados no dia de Carnaval
A Castanha Pilada, que conhece o blog da nossa professora, desafiou-nos para escrevermos 9 coisas acerca de nós, sendo que 6 são verdades e 3 são mentiras.
Hoje é um dia especial, já que não há alunos na escola. Só há fadas, bruxas, mexicanos, índios, hippies, damas antigas, mascarados e ainda um Zorro e um Spiderman para nos protegerem das coisas más...
Apesar disso, escrever as verdades e as mentiras acerca de nós, foi o nosso trabalho de Língua Portuguesa de hoje de manhã, e foi bem divertido!
Cá vão elas, agora descubram as nossas petas de Carnaval!!
1. Na nossa escola há alunos, professoras, auxiliar e também há ratos.
2. Na nossa sala há um quadro interactivo.
3. Na nossa escola há duas salas de aulas.
4. A nossa biblioteca são dois armários com livros.
5. A nossa escola é muito grande.
6. No nosso recreio há um parque infantil com um escorrega.
7. A nossa professora é má.
8. Da janela da nossa sala vemos ovelhas, carneiros e carneiros bebés.
9. Na nossa escola há 5 casas de banho.
E os desfiados para continuaram a brincadeira são todos os blogs da nossa lista, que ainda é bem pequenina!!
Vejam lá se se divertem tanto como nós!
Hoje é um dia especial, já que não há alunos na escola. Só há fadas, bruxas, mexicanos, índios, hippies, damas antigas, mascarados e ainda um Zorro e um Spiderman para nos protegerem das coisas más...
Apesar disso, escrever as verdades e as mentiras acerca de nós, foi o nosso trabalho de Língua Portuguesa de hoje de manhã, e foi bem divertido!
Cá vão elas, agora descubram as nossas petas de Carnaval!!
1. Na nossa escola há alunos, professoras, auxiliar e também há ratos.
2. Na nossa sala há um quadro interactivo.
3. Na nossa escola há duas salas de aulas.
4. A nossa biblioteca são dois armários com livros.
5. A nossa escola é muito grande.
6. No nosso recreio há um parque infantil com um escorrega.
7. A nossa professora é má.
8. Da janela da nossa sala vemos ovelhas, carneiros e carneiros bebés.
9. Na nossa escola há 5 casas de banho.
E os desfiados para continuaram a brincadeira são todos os blogs da nossa lista, que ainda é bem pequenina!!
Vejam lá se se divertem tanto como nós!
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
O dia do sumo

A professora na aula pediu-nos,para trazermos de casa laranjas, para fazermos sumo de laranja.
Um menino de cada vez foi espremer seis metades de laranja na máquina que a professora trouxe de casa.
E nós depois de vermos que o sumo chegava, dissemos à professora que já estava pronto para beber.
Distribuímos o sumo pelos copos e bebermos.
E o sumo estava muito bom.
Queremos dizer-vos que o sumo de laranja é muito bom para a saúde e é saboroso para beber.
Um menino de cada vez foi espremer seis metades de laranja na máquina que a professora trouxe de casa.
E nós depois de vermos que o sumo chegava, dissemos à professora que já estava pronto para beber.
Distribuímos o sumo pelos copos e bebermos.
E o sumo estava muito bom.
Queremos dizer-vos que o sumo de laranja é muito bom para a saúde e é saboroso para beber.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Aula de ciências
Nós na aula de ciências observamos o musgo e ele parece uma planta que não tem folhas.
Mas nós depois vimos na lupa binocular, e tinha tantas folhas que parecia uma selva, parecia que tinha árvores e flores.
O musgo amarelo que nasce nos telhados e nas paredes, visto na lupa binocular parecia estrelitas.
E nós gostamos muito da aula.
Mas nós depois vimos na lupa binocular, e tinha tantas folhas que parecia uma selva, parecia que tinha árvores e flores.
O musgo amarelo que nasce nos telhados e nas paredes, visto na lupa binocular parecia estrelitas.
E nós gostamos muito da aula.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
A IMPORTÂNCIA DOS RIOS
Os rios sempre foram fonte de atracção para as pessoas, um recurso importante para a humanidade. Os primeiros homens começaram por usar os rios para se alimentar com o peixe oferecido pelas suas águas. Quando descobriram que a água podia aguentar com um tronco de árvore, aproveitaram, subiram para o tronco e começaram a viajar.
Actualmente, os rios continuam a ser usados pelo Homem. Com canas ou com redes, as pessoas pescam barbos, carpas, enguias, lampreias, trutas, achigãs, lúcios, sáveis… algumas destas espécies podem ser apreciadas em restaurantes que existem perto dos rios.
O encanto dos rios atrai turistas que procuram belas paisagens, praias fluviais e bons locais para praticar natação, canoagem, surf, remo, vela... Alguns rios, como o Douro e o Mondego, têm barcos próprios para passear turistas.
A força da água há muito que foi descoberta pelo Homem para movimentar azenhas e moinhos e assim moerem os cereais. Hoje a força da água usa-se para a produção de energia eléctrica.
As bacias hidrográficas dos rios são lugares onde os terrenos são muito férteis, por isso, a agricultura também é muito beneficiada pela presença de um rio. O rio Mondego tem à sua volta os terrenos mais férteis de Portugal.
Mas antes de mais nada, os rios são habitat para muitas espécies de seres vivos, tanto animais como vegetais, que por vezes ficam ameaçados devido à ganância e ao egoísmo do Homem. Os rios têm de ser protegidos.
4º Ano
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
APERFEIÇOAMENTO DE TEXTO
O CICLO DA ÁGUA
O ciclo da água é uma série de acontecimentos experimentados pela água, no seu caminho entre a Terra e a atmosfera, e que se repetem constantemente.
A água encontra-se espalhada em todos os lugares da Terra, no estado sólido e líquido.
O Sol, com o seu calor, aquece a água. A água é formada por muitas partículas que começam a movimentar-se devido ao aumento da temperatura, não tarda evapora, sobe na atmosfera. Lá em cima, se arrefece , as partículas voltam a juntar-se e formam as nuvens. Quando arrefece um pouco mais, as partículas, já gotas de água, precipitam-se por ali a baixo até encontrar outra vez a Terra. Podem precipitar-se no estado sólido, granizo ou neve, e no estado líquido, a chuva.
Se não houvesse o ciclo da água não havia vida. Todos, animais e plantas morreriam.
O ciclo da água é uma série de acontecimentos experimentados pela água, no seu caminho entre a Terra e a atmosfera, e que se repetem constantemente.
A água encontra-se espalhada em todos os lugares da Terra, no estado sólido e líquido.
O Sol, com o seu calor, aquece a água. A água é formada por muitas partículas que começam a movimentar-se devido ao aumento da temperatura, não tarda evapora, sobe na atmosfera. Lá em cima, se arrefece , as partículas voltam a juntar-se e formam as nuvens. Quando arrefece um pouco mais, as partículas, já gotas de água, precipitam-se por ali a baixo até encontrar outra vez a Terra. Podem precipitar-se no estado sólido, granizo ou neve, e no estado líquido, a chuva.
Se não houvesse o ciclo da água não havia vida. Todos, animais e plantas morreriam.
Texto do Miguel Capela
Aperfeiçoado
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
A nossa história na Terra do Nunca!
Numa aula nós inventámos uma história, depois fizemos um desenho e mandámos para a Terra do Nunca.
Ontem apareceu publicada no jornal, na revista Notícias Magazine, que tem um suplemento infantil chamado Terra do Nunca.
Ficámos muito contentes e orgulhosos de ver a nossa história numa revista que muitos meninos vão ler!
Obrigada à Catarina, da Terra do Nunca!
A nossa história:
O dia das bruxas
Esta história passa-se no dia das bruxas.
Era uma vez uma princesa muito feia que estava dentro do seu castelo.
Como ela era tão feia, nunca saía de lá.
Nesse dia os criados da princesa estavam a enfeitar o castelo de abóboras para lhe fazerem uma surpresa, já que a princesa gostava muito de surpresas.
Então o criado foi buscar a princesa ao quarto dela e vendou-lhe os olhos. Quando ela destapou os olhos, ficou muito contente com a surpresa.
Nessa noite, os morcegos estavam a voar e as crianças foram ao castelo pedir doces.
Quando a princesa abriu a porta, como ela era tão feia, as crianças assustaram-se e fugiram para casa.
A princesa ficou muito triste e foi chorar para o jardim.
De repente, uma das abóboras caiu.
De dentro dela saiu uma bruxa boa que disse à princesa:
- No dia em que tu nasceste houve uma bruxa muito má que te pôs assim feia.
E a mim, que te queria salvar, pôs-me a viver dentro desta abóbora.
E agora que a abóbora se partiu eu libertei-me e tu ficaste linda.
A princesa agradeceu à bruxa e deu-lhe um abraço.
Depois desatou a correr para o quarto, para se ver ao espelho.
Os meninos nunca mais tiveram medo dela e a princesa viveu feliz para sempre.

(desenho da Gabriela)
Ontem apareceu publicada no jornal, na revista Notícias Magazine, que tem um suplemento infantil chamado Terra do Nunca.
Ficámos muito contentes e orgulhosos de ver a nossa história numa revista que muitos meninos vão ler!
Obrigada à Catarina, da Terra do Nunca!
A nossa história:
O dia das bruxas
Esta história passa-se no dia das bruxas.
Era uma vez uma princesa muito feia que estava dentro do seu castelo.
Como ela era tão feia, nunca saía de lá.
Nesse dia os criados da princesa estavam a enfeitar o castelo de abóboras para lhe fazerem uma surpresa, já que a princesa gostava muito de surpresas.
Então o criado foi buscar a princesa ao quarto dela e vendou-lhe os olhos. Quando ela destapou os olhos, ficou muito contente com a surpresa.
Nessa noite, os morcegos estavam a voar e as crianças foram ao castelo pedir doces.
Quando a princesa abriu a porta, como ela era tão feia, as crianças assustaram-se e fugiram para casa.
A princesa ficou muito triste e foi chorar para o jardim.
De repente, uma das abóboras caiu.
De dentro dela saiu uma bruxa boa que disse à princesa:
- No dia em que tu nasceste houve uma bruxa muito má que te pôs assim feia.
E a mim, que te queria salvar, pôs-me a viver dentro desta abóbora.
E agora que a abóbora se partiu eu libertei-me e tu ficaste linda.
A princesa agradeceu à bruxa e deu-lhe um abraço.
Depois desatou a correr para o quarto, para se ver ao espelho.
Os meninos nunca mais tiveram medo dela e a princesa viveu feliz para sempre.

(desenho da Gabriela)
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
APERFEIÇOAMENTO DE TEXTO
O peixe vive nos dois terços de água espalhados pelo nosso planeta e é pescado por pescadores que vão para o mar, ou para os rios, com os seus barcos, onde lançam as suas redes para o apanhar. Na água subterrânea não há peixes. Depois, o peixe vai para o porto comercial, onde é vendido aos peixeiros que o revendem pelas portas ou aos supermercados. O peixe é, e sempre foi, uma fonte de riqueza para o nosso país mas também pode ser fonte de tristeza porque há pescadores que morrem a fazer o seu trabalho, devido aos naufrágios.
Algumas espécies de peixe estão em vias de extinção. Uns devido à poluição da água e outros devido à pesca excessiva.
Há pessoas que não gostam de peixe , mas o peixe é um alimento muito importante para a nossa saúde porque tem minerais (cálcio, ferro, fósforo …) e vitaminas (A, B12, D, …). A gordura do peixe não é como a gordura da carne. A gordura do peixe é uma gordura saudável. Há peixes gordos e peixes magros. A sardinha, o salmão, o carapau, a cavala são alguns dos peixes gordos. Os peixes gordos são importantes para a manutenção da saúde dos ossos O bacalhau, a pescada, o linguado, a solha são alguns dos peixes magros. No mínimo, devemos comer 4 vezes peixe, por semana.
Com o peixe podemos fazer várias receitas muito saborosas e podemos cozinhar o peixe de várias formas: grelhar, cozer, assar e fritar.
Há peixes de água doce e outros de água salgada. Na água doce podemos encontrar trutas, lampreia, barbo… e na água salgada encontramos sardinha, carapau, pescada, atum. Se quisermos pescar bacalhau temos de ir aos mares gelados do norte.
Algumas espécies de peixe estão em vias de extinção. Uns devido à poluição da água e outros devido à pesca excessiva.
Há pessoas que não gostam de peixe , mas o peixe é um alimento muito importante para a nossa saúde porque tem minerais (cálcio, ferro, fósforo …) e vitaminas (A, B12, D, …). A gordura do peixe não é como a gordura da carne. A gordura do peixe é uma gordura saudável. Há peixes gordos e peixes magros. A sardinha, o salmão, o carapau, a cavala são alguns dos peixes gordos. Os peixes gordos são importantes para a manutenção da saúde dos ossos O bacalhau, a pescada, o linguado, a solha são alguns dos peixes magros. No mínimo, devemos comer 4 vezes peixe, por semana.
Com o peixe podemos fazer várias receitas muito saborosas e podemos cozinhar o peixe de várias formas: grelhar, cozer, assar e fritar.
Há peixes de água doce e outros de água salgada. Na água doce podemos encontrar trutas, lampreia, barbo… e na água salgada encontramos sardinha, carapau, pescada, atum. Se quisermos pescar bacalhau temos de ir aos mares gelados do norte.
Cristóvão
4ºano
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
FERNANDO PESSOA NA ESCOLA
Lêmos o Poema Pial de Fernado Pessoa e ajudámo-lo a fazer a segunda parte.
Toda a gente que tem as mãos quentes
Deve metê-las dentro das correntes.
Pia número onze
Para quem mexe no bronze.
Pia número doze
Para quem bebe uma grande dose.
Pia número treze
Para quem espirra e ao mesmo tempo se benze.
Pia número catorze
Para quem manda no doze.
Pia número quinze
Para quem come em crise.
Pia número dezasseis
Para quem se penteia com os anéis.
Pia número dezassete
Para quem come croquete.
Pia número dezoito
Para quem parte o biscoito.
Pia número dezanove.
Para quem já não se move.
Pia número vinte
para quem cola e pinte.
E como as mãos já não estão quentes
Tampa nas correntes.
Toda a gente que tem as mãos quentes
Deve metê-las dentro das correntes.
Pia número onze
Para quem mexe no bronze.
Pia número doze
Para quem bebe uma grande dose.
Pia número treze
Para quem espirra e ao mesmo tempo se benze.
Pia número catorze
Para quem manda no doze.
Pia número quinze
Para quem come em crise.
Pia número dezasseis
Para quem se penteia com os anéis.
Pia número dezassete
Para quem come croquete.
Pia número dezoito
Para quem parte o biscoito.
Pia número dezanove.
Para quem já não se move.
Pia número vinte
para quem cola e pinte.
E como as mãos já não estão quentes
Tampa nas correntes.
4ºano
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