A Castanha Pilada, que conhece o blog da nossa professora, desafiou-nos para escrevermos 9 coisas acerca de nós, sendo que 6 são verdades e 3 são mentiras.
Hoje é um dia especial, já que não há alunos na escola. Só há fadas, bruxas, mexicanos, índios, hippies, damas antigas, mascarados e ainda um Zorro e um Spiderman para nos protegerem das coisas más...
Apesar disso, escrever as verdades e as mentiras acerca de nós, foi o nosso trabalho de Língua Portuguesa de hoje de manhã, e foi bem divertido!
Cá vão elas, agora descubram as nossas petas de Carnaval!!
1. Na nossa escola há alunos, professoras, auxiliar e também há ratos.
2. Na nossa sala há um quadro interactivo.
3. Na nossa escola há duas salas de aulas.
4. A nossa biblioteca são dois armários com livros.
5. A nossa escola é muito grande.
6. No nosso recreio há um parque infantil com um escorrega.
7. A nossa professora é má.
8. Da janela da nossa sala vemos ovelhas, carneiros e carneiros bebés.
9. Na nossa escola há 5 casas de banho.
E os desfiados para continuaram a brincadeira são todos os blogs da nossa lista, que ainda é bem pequenina!!
Vejam lá se se divertem tanto como nós!
sexta-feira, 20 de fevereiro de 2009
quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009
O dia do sumo

A professora na aula pediu-nos,para trazermos de casa laranjas, para fazermos sumo de laranja.
Um menino de cada vez foi espremer seis metades de laranja na máquina que a professora trouxe de casa.
E nós depois de vermos que o sumo chegava, dissemos à professora que já estava pronto para beber.
Distribuímos o sumo pelos copos e bebermos.
E o sumo estava muito bom.
Queremos dizer-vos que o sumo de laranja é muito bom para a saúde e é saboroso para beber.
Um menino de cada vez foi espremer seis metades de laranja na máquina que a professora trouxe de casa.
E nós depois de vermos que o sumo chegava, dissemos à professora que já estava pronto para beber.
Distribuímos o sumo pelos copos e bebermos.
E o sumo estava muito bom.
Queremos dizer-vos que o sumo de laranja é muito bom para a saúde e é saboroso para beber.
terça-feira, 17 de fevereiro de 2009
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
Aula de ciências
Nós na aula de ciências observamos o musgo e ele parece uma planta que não tem folhas.
Mas nós depois vimos na lupa binocular, e tinha tantas folhas que parecia uma selva, parecia que tinha árvores e flores.
O musgo amarelo que nasce nos telhados e nas paredes, visto na lupa binocular parecia estrelitas.
E nós gostamos muito da aula.
Mas nós depois vimos na lupa binocular, e tinha tantas folhas que parecia uma selva, parecia que tinha árvores e flores.
O musgo amarelo que nasce nos telhados e nas paredes, visto na lupa binocular parecia estrelitas.
E nós gostamos muito da aula.
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
A IMPORTÂNCIA DOS RIOS
Os rios sempre foram fonte de atracção para as pessoas, um recurso importante para a humanidade. Os primeiros homens começaram por usar os rios para se alimentar com o peixe oferecido pelas suas águas. Quando descobriram que a água podia aguentar com um tronco de árvore, aproveitaram, subiram para o tronco e começaram a viajar.
Actualmente, os rios continuam a ser usados pelo Homem. Com canas ou com redes, as pessoas pescam barbos, carpas, enguias, lampreias, trutas, achigãs, lúcios, sáveis… algumas destas espécies podem ser apreciadas em restaurantes que existem perto dos rios.
O encanto dos rios atrai turistas que procuram belas paisagens, praias fluviais e bons locais para praticar natação, canoagem, surf, remo, vela... Alguns rios, como o Douro e o Mondego, têm barcos próprios para passear turistas.
A força da água há muito que foi descoberta pelo Homem para movimentar azenhas e moinhos e assim moerem os cereais. Hoje a força da água usa-se para a produção de energia eléctrica.
As bacias hidrográficas dos rios são lugares onde os terrenos são muito férteis, por isso, a agricultura também é muito beneficiada pela presença de um rio. O rio Mondego tem à sua volta os terrenos mais férteis de Portugal.
Mas antes de mais nada, os rios são habitat para muitas espécies de seres vivos, tanto animais como vegetais, que por vezes ficam ameaçados devido à ganância e ao egoísmo do Homem. Os rios têm de ser protegidos.
4º Ano
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
APERFEIÇOAMENTO DE TEXTO
O CICLO DA ÁGUA
O ciclo da água é uma série de acontecimentos experimentados pela água, no seu caminho entre a Terra e a atmosfera, e que se repetem constantemente.
A água encontra-se espalhada em todos os lugares da Terra, no estado sólido e líquido.
O Sol, com o seu calor, aquece a água. A água é formada por muitas partículas que começam a movimentar-se devido ao aumento da temperatura, não tarda evapora, sobe na atmosfera. Lá em cima, se arrefece , as partículas voltam a juntar-se e formam as nuvens. Quando arrefece um pouco mais, as partículas, já gotas de água, precipitam-se por ali a baixo até encontrar outra vez a Terra. Podem precipitar-se no estado sólido, granizo ou neve, e no estado líquido, a chuva.
Se não houvesse o ciclo da água não havia vida. Todos, animais e plantas morreriam.
O ciclo da água é uma série de acontecimentos experimentados pela água, no seu caminho entre a Terra e a atmosfera, e que se repetem constantemente.
A água encontra-se espalhada em todos os lugares da Terra, no estado sólido e líquido.
O Sol, com o seu calor, aquece a água. A água é formada por muitas partículas que começam a movimentar-se devido ao aumento da temperatura, não tarda evapora, sobe na atmosfera. Lá em cima, se arrefece , as partículas voltam a juntar-se e formam as nuvens. Quando arrefece um pouco mais, as partículas, já gotas de água, precipitam-se por ali a baixo até encontrar outra vez a Terra. Podem precipitar-se no estado sólido, granizo ou neve, e no estado líquido, a chuva.
Se não houvesse o ciclo da água não havia vida. Todos, animais e plantas morreriam.
Texto do Miguel Capela
Aperfeiçoado
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2009
A nossa história na Terra do Nunca!
Numa aula nós inventámos uma história, depois fizemos um desenho e mandámos para a Terra do Nunca.
Ontem apareceu publicada no jornal, na revista Notícias Magazine, que tem um suplemento infantil chamado Terra do Nunca.
Ficámos muito contentes e orgulhosos de ver a nossa história numa revista que muitos meninos vão ler!
Obrigada à Catarina, da Terra do Nunca!
A nossa história:
O dia das bruxas
Esta história passa-se no dia das bruxas.
Era uma vez uma princesa muito feia que estava dentro do seu castelo.
Como ela era tão feia, nunca saía de lá.
Nesse dia os criados da princesa estavam a enfeitar o castelo de abóboras para lhe fazerem uma surpresa, já que a princesa gostava muito de surpresas.
Então o criado foi buscar a princesa ao quarto dela e vendou-lhe os olhos. Quando ela destapou os olhos, ficou muito contente com a surpresa.
Nessa noite, os morcegos estavam a voar e as crianças foram ao castelo pedir doces.
Quando a princesa abriu a porta, como ela era tão feia, as crianças assustaram-se e fugiram para casa.
A princesa ficou muito triste e foi chorar para o jardim.
De repente, uma das abóboras caiu.
De dentro dela saiu uma bruxa boa que disse à princesa:
- No dia em que tu nasceste houve uma bruxa muito má que te pôs assim feia.
E a mim, que te queria salvar, pôs-me a viver dentro desta abóbora.
E agora que a abóbora se partiu eu libertei-me e tu ficaste linda.
A princesa agradeceu à bruxa e deu-lhe um abraço.
Depois desatou a correr para o quarto, para se ver ao espelho.
Os meninos nunca mais tiveram medo dela e a princesa viveu feliz para sempre.

(desenho da Gabriela)
Ontem apareceu publicada no jornal, na revista Notícias Magazine, que tem um suplemento infantil chamado Terra do Nunca.
Ficámos muito contentes e orgulhosos de ver a nossa história numa revista que muitos meninos vão ler!
Obrigada à Catarina, da Terra do Nunca!
A nossa história:
O dia das bruxas
Esta história passa-se no dia das bruxas.
Era uma vez uma princesa muito feia que estava dentro do seu castelo.
Como ela era tão feia, nunca saía de lá.
Nesse dia os criados da princesa estavam a enfeitar o castelo de abóboras para lhe fazerem uma surpresa, já que a princesa gostava muito de surpresas.
Então o criado foi buscar a princesa ao quarto dela e vendou-lhe os olhos. Quando ela destapou os olhos, ficou muito contente com a surpresa.
Nessa noite, os morcegos estavam a voar e as crianças foram ao castelo pedir doces.
Quando a princesa abriu a porta, como ela era tão feia, as crianças assustaram-se e fugiram para casa.
A princesa ficou muito triste e foi chorar para o jardim.
De repente, uma das abóboras caiu.
De dentro dela saiu uma bruxa boa que disse à princesa:
- No dia em que tu nasceste houve uma bruxa muito má que te pôs assim feia.
E a mim, que te queria salvar, pôs-me a viver dentro desta abóbora.
E agora que a abóbora se partiu eu libertei-me e tu ficaste linda.
A princesa agradeceu à bruxa e deu-lhe um abraço.
Depois desatou a correr para o quarto, para se ver ao espelho.
Os meninos nunca mais tiveram medo dela e a princesa viveu feliz para sempre.

(desenho da Gabriela)
sexta-feira, 30 de janeiro de 2009
APERFEIÇOAMENTO DE TEXTO
O peixe vive nos dois terços de água espalhados pelo nosso planeta e é pescado por pescadores que vão para o mar, ou para os rios, com os seus barcos, onde lançam as suas redes para o apanhar. Na água subterrânea não há peixes. Depois, o peixe vai para o porto comercial, onde é vendido aos peixeiros que o revendem pelas portas ou aos supermercados. O peixe é, e sempre foi, uma fonte de riqueza para o nosso país mas também pode ser fonte de tristeza porque há pescadores que morrem a fazer o seu trabalho, devido aos naufrágios.
Algumas espécies de peixe estão em vias de extinção. Uns devido à poluição da água e outros devido à pesca excessiva.
Há pessoas que não gostam de peixe , mas o peixe é um alimento muito importante para a nossa saúde porque tem minerais (cálcio, ferro, fósforo …) e vitaminas (A, B12, D, …). A gordura do peixe não é como a gordura da carne. A gordura do peixe é uma gordura saudável. Há peixes gordos e peixes magros. A sardinha, o salmão, o carapau, a cavala são alguns dos peixes gordos. Os peixes gordos são importantes para a manutenção da saúde dos ossos O bacalhau, a pescada, o linguado, a solha são alguns dos peixes magros. No mínimo, devemos comer 4 vezes peixe, por semana.
Com o peixe podemos fazer várias receitas muito saborosas e podemos cozinhar o peixe de várias formas: grelhar, cozer, assar e fritar.
Há peixes de água doce e outros de água salgada. Na água doce podemos encontrar trutas, lampreia, barbo… e na água salgada encontramos sardinha, carapau, pescada, atum. Se quisermos pescar bacalhau temos de ir aos mares gelados do norte.
Algumas espécies de peixe estão em vias de extinção. Uns devido à poluição da água e outros devido à pesca excessiva.
Há pessoas que não gostam de peixe , mas o peixe é um alimento muito importante para a nossa saúde porque tem minerais (cálcio, ferro, fósforo …) e vitaminas (A, B12, D, …). A gordura do peixe não é como a gordura da carne. A gordura do peixe é uma gordura saudável. Há peixes gordos e peixes magros. A sardinha, o salmão, o carapau, a cavala são alguns dos peixes gordos. Os peixes gordos são importantes para a manutenção da saúde dos ossos O bacalhau, a pescada, o linguado, a solha são alguns dos peixes magros. No mínimo, devemos comer 4 vezes peixe, por semana.
Com o peixe podemos fazer várias receitas muito saborosas e podemos cozinhar o peixe de várias formas: grelhar, cozer, assar e fritar.
Há peixes de água doce e outros de água salgada. Na água doce podemos encontrar trutas, lampreia, barbo… e na água salgada encontramos sardinha, carapau, pescada, atum. Se quisermos pescar bacalhau temos de ir aos mares gelados do norte.
Cristóvão
4ºano
segunda-feira, 26 de janeiro de 2009
FERNANDO PESSOA NA ESCOLA
Lêmos o Poema Pial de Fernado Pessoa e ajudámo-lo a fazer a segunda parte.
Toda a gente que tem as mãos quentes
Deve metê-las dentro das correntes.
Pia número onze
Para quem mexe no bronze.
Pia número doze
Para quem bebe uma grande dose.
Pia número treze
Para quem espirra e ao mesmo tempo se benze.
Pia número catorze
Para quem manda no doze.
Pia número quinze
Para quem come em crise.
Pia número dezasseis
Para quem se penteia com os anéis.
Pia número dezassete
Para quem come croquete.
Pia número dezoito
Para quem parte o biscoito.
Pia número dezanove.
Para quem já não se move.
Pia número vinte
para quem cola e pinte.
E como as mãos já não estão quentes
Tampa nas correntes.
Toda a gente que tem as mãos quentes
Deve metê-las dentro das correntes.
Pia número onze
Para quem mexe no bronze.
Pia número doze
Para quem bebe uma grande dose.
Pia número treze
Para quem espirra e ao mesmo tempo se benze.
Pia número catorze
Para quem manda no doze.
Pia número quinze
Para quem come em crise.
Pia número dezasseis
Para quem se penteia com os anéis.
Pia número dezassete
Para quem come croquete.
Pia número dezoito
Para quem parte o biscoito.
Pia número dezanove.
Para quem já não se move.
Pia número vinte
para quem cola e pinte.
E como as mãos já não estão quentes
Tampa nas correntes.
4ºano
Acróstico
Cozinha pequena
Rosa tão linda
Ideia tão fresca
Saia tão branca
Top brilhante
Ingrediente saboroso
Nariz que cheira
Aroma bom
Ana Cristina, 3.º
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
APERFEIÇOAMENTO DE TEXTO
AS ROUPAS
Quando o Homem apareceu na Terra andava nu. Entretanto o clima arrefeceu e o Homem sentiu necessidade de usar roupa para se proteger do frio.
Hoje em dia, as pessoas vestem-se para se proteger mas também para se exibir e o vestuário é uma fonte de rendimento, há muita gente que ganha muito dinheiro a desenhar, a fabricar, a vender e a cuidar da roupa.
A roupa de vez em quando tem que ser lavada, mas antes temos de observar as etiquetas que acompanham as peças de roupa.
Os tecidos para o fabrico do vestuário podem ser feitos de fios de origem natural ou artificial. Os de origem natural são de lã, de algodão, seda e de linho; de origem artificial temos o poliéster, nylon, acrílico, poliamida, elastano, licra… Os tecidos naturais são os mais saudáveis. Os artificiais, às vezes, provocam alergias.
Umas roupas são bonitas e outras feias. A minha mãe e o resto da minha família dão-me roupas lindas e a minha vizinha também .
Eu gosto de me vestir bem, quando saio de casa. Mas quando fico por casa, costumo andar de fato de treino, de pijama ou com as roupas que menos gosto.
Eu adoro vestidos, saias e calções curtos, com topes, mas também gosto de fato de treino.
É bom comprar roupas, mas são caras.
Bárbara, 4ºano
Este texto nasceu pequeno e com a ajuda dos colegas cresceu
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
A casa dos pássaros

A professora falou na aula para ver se alguém fazia uma casinha para os pássaros e eu, com a ajuda do meu pai, fiz a casinha para os pássaros se abrigarem.
Depois trouxe-a para a escola.
Estava sol e a dona Isabel pôs a casinha pendurada na nossa amoreira e tirei fotografias.
Mostrámos à nossa professora.
Agora vamos ficar à espera que os pássaros venham lá fazer os seus ninhos e pôr os seus ovos e esperamos que eles gostem da casinha nova.
André, 3.º ano
Depois trouxe-a para a escola.
Estava sol e a dona Isabel pôs a casinha pendurada na nossa amoreira e tirei fotografias.
Mostrámos à nossa professora.
Agora vamos ficar à espera que os pássaros venham lá fazer os seus ninhos e pôr os seus ovos e esperamos que eles gostem da casinha nova.
André, 3.º ano
quarta-feira, 14 de janeiro de 2009
A cigarra e a formiga

Era uma vez uma cigarra que no Verão nunca trabalhava, só cantava!
E quando chegou o Inverno é clario que não tinha comida.
Resolveu então ir pedir comida a uma formiga, porque ela sabia que as formigas guardavam muita comida.
A cigarra perguntou à formiga:
-Pode dar-me umas migalhas de pão?
E a formiga respondeu:
-Não te dou nada porque tu passaste o Verão todo a cantar em vez de guardares comida.
Luis (texto)
E quando chegou o Inverno é clario que não tinha comida.
Resolveu então ir pedir comida a uma formiga, porque ela sabia que as formigas guardavam muita comida.
A cigarra perguntou à formiga:
-Pode dar-me umas migalhas de pão?
E a formiga respondeu:
-Não te dou nada porque tu passaste o Verão todo a cantar em vez de guardares comida.
Luis (texto)
Margarida (ilustração)
terça-feira, 13 de janeiro de 2009
Uma História

A FEITICEIRA DO PARQUE, escreveu Marlène Jobert e ilustrou Sophie Coussaint.
Desta vez, foi a professora a escolher, em casa, o melhor desenho sem saber de quem era. Só na próxima aula saberá quem é o artista.
Desta vez, foi a professora a escolher, em casa, o melhor desenho sem saber de quem era. Só na próxima aula saberá quem é o artista.
Na imagem aparece uma joaninha a quem uma feiticeira dorminhoca aspirou as pintas, para as atirar no nariz do Marco.
LIXO À PORTA DA ESCOLA
Ontem, quando chegámos à escola tínhamos uma montanha enorme de lixo, à porta. Alguém tinha feito uma festa e enfiado lixo no contentor até sair fora.
Hoje, a nossa professora levou-nos lá para fora e, todos juntos, apanhámos tudo o que podia ser reciclável, colocámos dentro de caixotes e levámos para os ecopontos, que ficam bem pertinho.
No meio daquilo tudo havia cartão, vidro, latas, embalagens de plástico e muita comida. Ao vermos a comida ficámos revoltados e tristes porque há tantas pessoas a passar fome e outras põe comida no lixo. Era muito lixo e estava todo espalhado.
Depois de termos enchido três caixotes levámos tudo para o embalão, para o papelão e para o vidrão. Enchemos a boca a todos e ainda ficou muita coisa por recuperar, mas não podíamos mexer muito para não ficar tudo espalhado.
Quando regressámos, lavámos muito bem as mãos e desinfectámo-las.
Eu gostava que, a partir de hoje, não houvesse mais lixo fora dos contentores porque faz mal ao ambiente.
No meio daquilo tudo havia cartão, vidro, latas, embalagens de plástico e muita comida. Ao vermos a comida ficámos revoltados e tristes porque há tantas pessoas a passar fome e outras põe comida no lixo. Era muito lixo e estava todo espalhado.
Depois de termos enchido três caixotes levámos tudo para o embalão, para o papelão e para o vidrão. Enchemos a boca a todos e ainda ficou muita coisa por recuperar, mas não podíamos mexer muito para não ficar tudo espalhado.
Quando regressámos, lavámos muito bem as mãos e desinfectámo-las.
Eu gostava que, a partir de hoje, não houvesse mais lixo fora dos contentores porque faz mal ao ambiente.
Era bom que as pessoas da minha aldeia fossem mais educadas. Deviam fazer reciclagem do lixo e colocar o que não se recicla dentro de sacos bem atados, dentro do contentor, e só no dia em que o camião passa.
Texto da Vanessa, aperfeiçoado
sexta-feira, 9 de janeiro de 2009
O Inverno em Quintãs
O Inverno é uma das estações do ano.
Este inverno, e os outros também, começou no dia 21 de Dezembro e acabará no dia 21 de Março com o início da Primavera. É a estação do ano do meu aniversário e por isso gosto do Inverno.
Este Inverno está a ser chuvoso e muito frio. Hoje de manhã, quando chegámos à escola, o termómetro marcava 1º negativo, pela rua tudo estava coberto de geada: a relva, os carros, o pinhal, os telhados das casa. A água dos lagos de jardim estava coberta de gelo. Agora, à tarde há sol, mas isso não significa calor.
Por causa do frio, a nossa roupa é muita, grossa, pesada, quente e, às vezes, fofa.
Tivemos o dia mais curto do ano, no 1º dia de Inverno, mas a partir desse dia os dias começaram a crescer ainda que notemos pouco.
Estamos bem em casa porque na escola o aquecimento é fraco e a electricidade está sempre a ir a baixo.
É tempo de passar muitas vezes a ferro, porque há muita roupa, e de estar nas lareiras. É tempo de beber coisas quentes.
O Inverno traz constipações, pneumonias e gripes.
No Inverno, precisamos de muita lenha para os dias como o de hoje.
Cá na nossa sala todos preferimos o Verão, excepto (uma palavra nova) o Cris e a Bárbara.
Texto do Tiago aperfeiçoado por todo o 4ºano
Provérbios de Janeiro
Estes são os provérbios que nós pesquisámos sobre o mês de Janeiro.
Se souberem mais, podem ajudar-nos?
Janeiro fora, uma hora hás-de achar.
Em Janeiro solhas é melhor que carneiro.
Calça brancas em Janeiro, sinal de pouco dinheiro.
A pescada de Janeiro, vale um carneiro.
Não há luar como o de Janeiro nem amor como o primeiro.
Vinho verde em Janeiro, é mortalha no telheiro
Em Janeiro, cada Ovelha com seu Cordeiro
Em Janeiro saltinho de carneiro
Aproveita Fevereiro quem folgou em Janeiro
Janeiro quente, traz o diabo no ventre.
Em Janeiro, sete capelos e um sombreiro.
Janeiro fora cresce uma hora.
Se souberem mais, podem ajudar-nos?
Janeiro fora, uma hora hás-de achar.
Em Janeiro solhas é melhor que carneiro.
Calça brancas em Janeiro, sinal de pouco dinheiro.
A pescada de Janeiro, vale um carneiro.
Não há luar como o de Janeiro nem amor como o primeiro.
Vinho verde em Janeiro, é mortalha no telheiro
Em Janeiro, cada Ovelha com seu Cordeiro
Em Janeiro saltinho de carneiro
Aproveita Fevereiro quem folgou em Janeiro
Janeiro quente, traz o diabo no ventre.
Em Janeiro, sete capelos e um sombreiro.
Janeiro fora cresce uma hora.
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
O Veado Florido

O desenho do Rúben, sobre a história de António Torrado, "O Veado Florido". O coitado do veado vai dentro de uma rede.
O primeiro ano ouviu a história e aprendeu uma letra nova, o V.
O 4º ano fez a ficha de leitura e o resumo dela.
Cá vai o resumo feito pelo Diogo:
Era uma vez um rei que fazia colecção de animais nunca vistos.
Um dia, mandou os seus criados a buscar mais animais.
Um desses criados apanhou um veado que tinha nas hastes flores brancas.
O criado apanhou-o para levar ao rei, mas ele perdeu as flores. Mesmo assim levou-o porque pensou que era por ser Outono que ele perdia as flores.
Quando chegou ao jardim do palácio, meteu-o numa das jaulas douradas que lá havia.
O veado deixou de comer e sentia-se em baixo e os outros animais também morriam e ficaram doentes.
O rei aborreceu-se om aquilo tudo e mandou o criado soltar o veado chocho e os outros animais também.
Quando o veado se viu cá fora, as suas hastes começaram a florir outra vez. O criado viu e chamou o rei, mas quando ele veio ver já o veado tinha fugido.
terça-feira, 6 de janeiro de 2009
Dia de Reis
Os Reis Magos do nosso presépio que hoje se desfaz.
Andámos a pesquisar e descobrimos que, afinal, os Reis Magos não eram reis e eram magos porque assim se chamava às pessoas sábias da época e aos sacerdotes.
Também descobrimos que podiam ser mais de seis reis, mas só aparecem três porque relacionaram os reis com o número de prendas ricas que ofereceram ao Menino Jesus: incenso, ouro e mirra.
Isto é o que alguns estudiosos deste assunto pensam.
Talvez se procurássemos mais encontrássemos outras opiniões.
Também se houvesse mais vestígios históricos da época poderíamos ter mais certezas.
4.º ano
segunda-feira, 5 de janeiro de 2009
O meu dia de Natal
O Natal é um dia especial porque é o dia em que eu abro os presentes e também que a minha prima vai lá jantar a minha casa.
E no fim do comer a sobremesa é bilharacos.
Eu recebi uma boneca, um par de chinelos, um pijama, também uma saca de bombons e um par de meias.
Texto da Paula
E no fim do comer a sobremesa é bilharacos.
Eu recebi uma boneca, um par de chinelos, um pijama, também uma saca de bombons e um par de meias.
Texto da Paula
quarta-feira, 17 de dezembro de 2008
A nossa árvore de Natal
segunda-feira, 15 de dezembro de 2008
quarta-feira, 10 de dezembro de 2008
A EB de Quintãs no CCA
No dia 04 de Dezembro, fomos a um espectáculo no Centro Cultural de Aveiro. Era um musical feito pelo Palhaço Faísca e pela Companhia de Dança de Aveiro.
Quando chegámos ao Centro Cultural, veio uma senhora chamada Susana que nos conduziu ao auditório, onde se ia realizar o espectáculo.
No auditório, já havia muitas crianças e alguns adultos, todos ansiosos para que o espectáculo começasse.
A personagem principal era o palhaço Faísca.
O espectáculo começou com o Faísca a cantar, em playback, canções sobre as pessoas que mais trabalham para termos natais agradáveis, depois bailarinos dançaram ao som de um violino, tocado por uma senhora. Houve ainda palhaçadas, entre o Faísca e o Salsicha, truques de magia, malabarismo e muita alegria.
Quase no fim, o Faísca e o Salsicha foram buscar 4 professoras para o palco. A nossa professora até escorregou pela cadeira com receio de ser chamada.
Quando as quatro professoras estavam reunidas, ele sentou-as em bancos, mas ficaram tão enlaçadas que, quando tirou os bancos, elas ficaram suspensas.
No final do espectáculo, saímos sem confusão e cumprimentámos os actores e alguns bailarinos.
Lá em baixo, havia muitos balões que quatro dos bailarinos davam.
Para regressámos tivemos de esperar uma hora pelo autocarro. Estávamos cheios de fome, só a Bárbara levou lanche.
Quando chegámos ao Centro Cultural, veio uma senhora chamada Susana que nos conduziu ao auditório, onde se ia realizar o espectáculo.
No auditório, já havia muitas crianças e alguns adultos, todos ansiosos para que o espectáculo começasse.
A personagem principal era o palhaço Faísca.
O espectáculo começou com o Faísca a cantar, em playback, canções sobre as pessoas que mais trabalham para termos natais agradáveis, depois bailarinos dançaram ao som de um violino, tocado por uma senhora. Houve ainda palhaçadas, entre o Faísca e o Salsicha, truques de magia, malabarismo e muita alegria.
Quase no fim, o Faísca e o Salsicha foram buscar 4 professoras para o palco. A nossa professora até escorregou pela cadeira com receio de ser chamada.
Quando as quatro professoras estavam reunidas, ele sentou-as em bancos, mas ficaram tão enlaçadas que, quando tirou os bancos, elas ficaram suspensas.
No final do espectáculo, saímos sem confusão e cumprimentámos os actores e alguns bailarinos.
Lá em baixo, havia muitos balões que quatro dos bailarinos davam.
Para regressámos tivemos de esperar uma hora pelo autocarro. Estávamos cheios de fome, só a Bárbara levou lanche.
terça-feira, 9 de dezembro de 2008
O veado florido
Era uma vez um senhor muito rico que tinha animais raros.
E um dia esse senhor mandou o criado ir procurar um animal raro e ele encontrou um veado com as hastes com folhas quase transparentes e flores mesmo brancas.
Quando o criado chegou com o veado ele já não tinha folhas nem flores.
Então o homem rico já não queria aquele veado para nada!
E mandou soltá-lo.
Quando o criado saltou o veado voltaram a nascer as folhas e as flores.
História recontada pela Paula, 2.º ano
E um dia esse senhor mandou o criado ir procurar um animal raro e ele encontrou um veado com as hastes com folhas quase transparentes e flores mesmo brancas.
Quando o criado chegou com o veado ele já não tinha folhas nem flores.
Então o homem rico já não queria aquele veado para nada!
E mandou soltá-lo.
Quando o criado saltou o veado voltaram a nascer as folhas e as flores.
História recontada pela Paula, 2.º ano
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
O sapo no charco
Às segundas-feiras costumam ler aos colegas a história que inventaram durante o fim-de-semana (a partir de algumas pistas dadas por mim, como a personagem principal e/ou o local da acção).
Depois de lerem, é escolhida uma (por votação) que depois é "tratada" com a ajuda de toda a turma. Corrigem-se os erros, articulam-se melhor as frases, acrescentam-se ideias.
Cá está a última que inventaram:
O sapo no charco
À beira do charco havia muitos insectos e apareceu um sapo pequeno e esverdeado, que estava escondido atrás dos arbustos.
O sapo vivia lá porque era uma zona com muita fartura de bicharada.
Estávamos no Outono e o nosso sapo andava à procura do almoço.
Então ele viu uma mosca preta e com aspecto delicioso.
Ele tinha a língua enrolada, esticou-a muito rapidamente e apanhou a mosca.
O Outono soltou as folhinhas das árvores o lago ficou cheio de folhas, o sapo mal conseguia ver a água do lago, mas andava a saltitar de folha em folha até que encontrou uma sapinha e ficou apaixonado.
Pediu-lhe o número de telefone para irem tomar o café a casa dele.
Ela aceitou o convite.
E ficaram amigos para sempre.
Depois de lerem, é escolhida uma (por votação) que depois é "tratada" com a ajuda de toda a turma. Corrigem-se os erros, articulam-se melhor as frases, acrescentam-se ideias.
Cá está a última que inventaram:
O sapo no charco
À beira do charco havia muitos insectos e apareceu um sapo pequeno e esverdeado, que estava escondido atrás dos arbustos.
O sapo vivia lá porque era uma zona com muita fartura de bicharada.
Estávamos no Outono e o nosso sapo andava à procura do almoço.
Então ele viu uma mosca preta e com aspecto delicioso.
Ele tinha a língua enrolada, esticou-a muito rapidamente e apanhou a mosca.
O Outono soltou as folhinhas das árvores o lago ficou cheio de folhas, o sapo mal conseguia ver a água do lago, mas andava a saltitar de folha em folha até que encontrou uma sapinha e ficou apaixonado.
Pediu-lhe o número de telefone para irem tomar o café a casa dele.
Ela aceitou o convite.
E ficaram amigos para sempre.
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
1 de DEZEMBRO DE 1640

No próximo dia 1 de Dezembro, comemoramos a Restauração da Independência de Portugal com um feriado.
Por causa da morte de D. Sebastião estivemos sob o domínio dos espanhóis, porém, no dia 1 de Dezembro de 1640, um grupo de portugueses corajosos entrou no palácio, onde estava a representante do governo espanhol, matou o seu secretário, Miguel de Vasconcelos, um português traidor porque ajudava a duquesa a dominar Portugal. Assim foi recuperada a nossa independência.
Na imagem está o novo rei, D. João IV.
Bárbara, Cris e Vanessa (4.º Ano)
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
TEMOS COMPUTADOR E NÃO É MAGALHÃES!
Hoje contou-se História na nossa sala e fez-se História.
O computador oferecido pelo GLÍCINIAS e pelo DIÁRIO DE AVEIRO, no âmbito do projecto "O Diário de Aveiro nas Escolas" chegou cá. Os meninos todos agradecem.
O nosso computador novo
A nossa escola tem um computador novo, já tivemos um na sala mas roubaram-no.
O Centro Comercial Glícinias em colaboração com o jornal Diário de Aveiro decidiu oferecer um computador novo ao Agrupamento da Oliveirinha.
Como a nossa turma não tinha nenhum, calhou-nos a nós, EB 1 de Quintãs, turma do 1.º e 4.º anos.
Por isso aqui temos um computador novinho em folha e bonito.
Hoje, dia 27 de Novembro, o professor Paulo, da disciplina de TIC, com a ajuda do professor César, trouxe o computador e montaram-no. Já tinha sido entregue à coordenadora da nossa escola no princípio de Novembro, mas como precisava de ser configurado só chegou cá neste dia.
Quando entraram com ele pela sala dentro nós ficámos encantados e entusiasmados. Agora não podemos ter brincadeiras malucas dentro da sala por causa do ecrã que é frágil.
Temos a sorte de ter uma pasta só para nós, podemos pesquisar e escrever e, se a professora deixar, podemos jogar e brincar.
Toda a nossa escola queria agradecer pela bondade do DIÁRIO DE AVEIRO e do GLICÍNIAS em nos oferecer este computador. Adoramos a cor, o formato, tudo.
Obrigado Glicínias, obrigado Diário de Aveiro, por este computador fantástico. Esperamos que este Natal haja muita gente a fazer compras no GLÍCINIAS e a ler o DIÁRIO DE AVEIRO. Mas também esperamos que as pessoas tragam poucos sacos plásticos e coisas desnecessárias do centro comercial e que, quando já tiverem o jornal todo lido, o coloquem no ecoponto azul.
O Centro Comercial Glícinias em colaboração com o jornal Diário de Aveiro decidiu oferecer um computador novo ao Agrupamento da Oliveirinha.
Como a nossa turma não tinha nenhum, calhou-nos a nós, EB 1 de Quintãs, turma do 1.º e 4.º anos.
Por isso aqui temos um computador novinho em folha e bonito.
Hoje, dia 27 de Novembro, o professor Paulo, da disciplina de TIC, com a ajuda do professor César, trouxe o computador e montaram-no. Já tinha sido entregue à coordenadora da nossa escola no princípio de Novembro, mas como precisava de ser configurado só chegou cá neste dia.
Quando entraram com ele pela sala dentro nós ficámos encantados e entusiasmados. Agora não podemos ter brincadeiras malucas dentro da sala por causa do ecrã que é frágil.
Temos a sorte de ter uma pasta só para nós, podemos pesquisar e escrever e, se a professora deixar, podemos jogar e brincar.
Toda a nossa escola queria agradecer pela bondade do DIÁRIO DE AVEIRO e do GLICÍNIAS em nos oferecer este computador. Adoramos a cor, o formato, tudo.
Obrigado Glicínias, obrigado Diário de Aveiro, por este computador fantástico. Esperamos que este Natal haja muita gente a fazer compras no GLÍCINIAS e a ler o DIÁRIO DE AVEIRO. Mas também esperamos que as pessoas tragam poucos sacos plásticos e coisas desnecessárias do centro comercial e que, quando já tiverem o jornal todo lido, o coloquem no ecoponto azul.
Bom Natal para todos!
Alunos do 4.º Ano
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
A Crise de 1578/1580
terça-feira, 25 de novembro de 2008
OS PATOS
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